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domingo, 29 de maio de 2022

Nas Rodas de Conversa, ressurge uma tradição

Ralf Reinke conta como conheceu os Pomeranos e reavivou as tradições de família

A primeira língua falada por Ralf Reinke foi o pomerano (platt) e, por muitos anos da sua infância, foi a única. Mais tarde, começou a aprender o português e, com o tempo, a língua falada pela família foi esquecida. “Não era só eu que tinha deixado o platt de lado, quase não ouvíamos mais ninguém falando nas ruas.”

Anos mais tarde, por meio do projeto das Rodas de Conversa em Pomerano, o interesse de Ralf ressurgiu. “Fiquei muito feliz quando houve essa retomada. Ainda bem que existem pessoas interessadas nesse resgate do que era falado pelos mais antigos”, afirma.

Foi por meio da participação nesses encontros que Ralf conheceu os integrantes do grupo Pomeranos no Vale Europeu e passou a contribuir com aspectos da língua aprendida em casa. Ele já teve a oportunidade de visitar outra colônia de descendentes de pomeranos, localizada no Espírito Santo.

Para Ralf, uma das histórias mais marcantes encontradas nos cadernos dos Pomeranos no Vale Europeu foi a vinda dos primeiros imigrantes para o Brasil. “Todo o sofrimento da viagem e as privações nas novas terras. Eles batalharam muito para termos tudo da forma como Pomerode está hoje.”

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